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Mostrando postagens de Março 11, 2018

O louco que nos basta

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O louco que nos basta

A permissão tá na mão – foi concedida,
Na medida certa e esperta do desejo.
Cedo ou tarde o alarde de uma franquia...
Da seiva, da saliva, lavra daquela saída.

As resoluções em dissoluto
No luto do futuro mal resolvido.
Absolvições das ações, sonhos e quimeras...
Sem cancros com cálculos,
E culpas e desculpas e furto.

Colonização e navegação:
Ancoro o acordo que está traçado.
O traçado no boteco, a oferta no mercado – peixe namorado.
Juntos, junta-se os anéis, decora-se os papéis...
Teatros, tato e amor;
Teatros são sonhos – mas somo fiéis.
Um penhor de liberdade com chocolates e flor...
Satisfatoriamente recebo meus contos de réis.

Enfim o louco que nos basta,
Bastião dos desejos imorais;
Acordo fechado em uma praça,
Num filho nosso que você traz.

Há uma música que nos rouba uma lágrima
E a melodia em palavras soltas nos soa:
Seja feliz com cuidado em não confundir:
Quero ser alguém na vida
Com 
Viver fingindo ser outra pessoa.

André Anlub
(11/3/18)

Nossos olhos

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Nossos olhos
Nossos olhos em trocas Na prévia sem privo...
Vai os braços em direção aos contornos do corpo... toda a beleza; Sobem, descem, revezam-se e se sentem sortudos... E são! Velhos tempos de conquistas, novos tempos de colheitas... Sujas e limpas mãos! Ontem mel de abelha, hoje doce de melado... e a colmeia ilesa.
A fruta no pé,  Pé descalço no chão; Céu azul como outro dia,  Dia com a ‘cuca fria’,  Chá quente, Cheiro de pão.
Havia mais na procura, deixamos assim pois assim está perfeito; Cheiros instigantes, drinks elaborados e a observação de casais à beira mar... Enamorados. Lua em breve ilustrará o cenário, Deixará seu brilho nos amores, Nas areias e no mar... E, quiçá, Aos nossos olhos Incendeia. 
André Anlub (20/2/16)