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Mostrando postagens de Agosto 9, 2017

O íntimo

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O íntimo (18/2/15)

Via no tédio o remédio das disparidades de um vil covil,
Colocando fogo no palheiro para assim ver surgir uma agulha.
Com punho e a alcunha de justiceiro: foi-se o cunho e foi-se o pulha...
Talvez no terreiro, um terceiro/quarto ou um sexto do quarto copo.

O íntimo quer mostrar a cara: fica para a próxima.

Atiro-me ao escopo: atiram-me, apunhalam-me, sequestram-me;
Eis os que orquestram como feras rugindo, como tréguas surgindo,
Como falta de filtro nas palavras que lavram num (in) coeso destino...
Ferem amigos, ferem coelhos brancos na noite – alvos fáceis;
Desumanos, desalmados.

Os motores de arranque estão quentes; há febre adolescente na mente.
Pudores caem, chuvas de verão; jamais nos verão tão impetuosamente.
Gruda chiclete no dente, queima a carne no espeto, o medo adota a senhora.

O íntimo que foi ínfimo é posto à prova: uma ova que para tudo tem hora.

Atiro-me à festa nesse exato momento: falta a farta cominação de acatamento.
Reviro-me e me viro para voltar ao começo;
Esqu…