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Mostrando postagens de Julho 30, 2017

Despedida VI

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Despedida VI (9/1/15)
Foi dada uma pausa no ponteiro dos segundos, É aquela noção de congelamento; Senti-me voando num céu de brigadeiro Vendo as formigas da cidade grande.
O alerta foi dado ao público, Nisso, nessa, nossa, “bola”.  O amor pode estar parco E não é desesperança... É realidade. 
Então façamos assim:  Mais afeto/abancar coragem, Engraxar engrenagens, Largar a flecha e o arco Pegar os rumos, Pegar os remos e flores Abarcar e embarcar Nos amores... E, “de quebra”, No majestoso barco.
Tiraram a pausa do ponteiro, Acabaram com o imbróglio, Vou por meus pés na estrada.
A vida é curta quando é corte; A vida é longa quando é logo.