Quem caça um poema?

Já nem sei por onde anda
No gole, na gola, na manga
Nem sei de onde veio
Do ventre, da saia, do seio.

Sei que em bares é citado
amado e temido.

Sei que fica exposto aos olhos
e dos olhos sorve o pranto
Das mãos às vezes é santo.

Dizem que é dissabor e contentamento...

No seu corpo tem amor
no coração, lamento
Dizem a má e a boa língua
Que é terra, mar e vento.

André Anlub

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