17/04/2014

Morre um mestre...



Gabriel José García Márquez (Aracataca, 6 de março de 1927 – Cidade do México, 17 de abril de 2014) foi um escritor, jornalista, editor, ativista e político colombiano. Considerado um dos autores mais importantes do século 20, foi um dos escritores mais admirados e traduzidos no mundo, com mais de 40 milhões de livros vendidos em 36 idiomas. Foi laureado com o Prémio Internacional Neustadt de Literatura em 1972, e o Nobel de Literatura de 1982 pelo conjunto de sua obra, que entre outros livros inclui o aclamado Cem Anos de Solidão. Foi responsável por criar o realismo mágico na literatura latino-americana. Viajou muito pela Europa e viveu até a morte no México. Era pai do cineasta Rodrigo García.

Em abril de 2009 declarou que se aposentou e que não pretendia escrever mais livros. Essa notícia viu-se confirmada em 2012, quando o seu irmão, Jaime Garcia Marquez, noticiou que foi diagnosticada uma demência a Gabriel Garcia Marquez e que, embora estivesse em bom estado físico, havia perdido a memória e não voltaria a escrever.




Agradeço a homenagem...

Espaço na Página que o amigo escritor Leandro Campos Alves fez e me presenteou... 

http://www.escritor-leandro-campos-alves.com/news/andre-anlub-/




Grato meu amigo!

Fantástico...




16/04/2014

Na poesia Nascente


Na poesia nascente

Aquele menino sabido e dono dele e você,
Destemido e escrevendo é capaz de inventar; 
Tornar-se-á mais um rugido - gemido - sussurrar 
Que vai além do planeta, pois é tudo no bom de escrever.

Aquela luz lá no alto, voracidade do pensamento,
Fez de instrumento a aurora que irá ao fim da noite nascer.
É assim a pegada que marca cada momento,
Dedo que sangra no espinho e sozinho cicatriza no tempo.

Esse moleque:
Fez no sonho um gigante e sonhou em ser amado
Amou como um amante que honra seu tempo acordado.

E o ponteiro vai descendo, vai subindo em pé e deitado...
Cabelos brancos ao vento, e só o eco faz som de menino.
E o mistério jamais quebrado que quebra o enigma do dia seguinte,
Fala aos ouvidos ouvintes, fala aos ouvidos largados:

- Virão até mim navegantes, virão prostitutas e beatas,
Trazendo ciências exatas e poemas escritos no escuro.
- Todo o absurdo do mundo estará no bolso encurtado,
Queimando por dentro e por fora um corpo jamais sepultado.

Aquele velho sabido que entregou sua ideia ao próximo,
Deixou cicatrizado no ócio bela tatuagem veemente.
Sorriu com todos os dentes agitando a mão como quem vai
E lá na luz com seu pai se fez forte na poesia nascente.

André Anlub®
(15/4/14)

15/04/2014

Eu Ligo 180



180 é o número nacional de atendimento à mulher.

#euligo180 é um movimento em que as pessoas usam a moda para denunciar a violência contra as mulheres.

Ao pintar a sua unha de branco e postar nas redes sociais com a #hashtag180, você está mostrando às vítimas de violência que elas não estão sozinhas, e aos agressores que existem pessoas sem medo de enfrentá-los.

Assista o vídeo para saber mais sobre o movimento.
Vamos juntas? euligo180.com.br

Musica e um escrito para essa teça...



Resgate

Resgato minha vida a cada letra que escrevo
- bela nostalgia, linda poesia;
um coração e seu adereço.

Mergulho em sonhos, romantismo, cárcere;
me abstenho, choro, obedeço.

Na ponta da língua estão os amores,
no resto da boca, as paixões.
Conjugo verbos de pura magia,
agarro as orgias e largo orações.

Transmito uma calma por onde transito;
nas palavras que escrevo confio no meu taco,
admito no entanto que gosto desse conflito;
grito não a melancolia e seja bem-vindo ao Baco.

No final das horas escrevi várias linhas,
levantei castelos de imaginação.
Concedi ao inferno a minha presença
e ao firmamento entreguei minhas mãos.

André Anlub

14/04/2014

Dia Internacional do Café


Eu e meu café quente

Nada disso, nada.
Nem a cruz ou a espada
nem um milagre instantâneo.
Até viver litorâneo
com belo cenário da sacada...
Nada disso, nada.
Nem amor perdido e achado
tampouco o que ganhou no grito
nem um gemer sustenido
que alavanca o ser amado...
Nada disso, nada.
Na cachola do bardo
difícil é imaginar a vida
sem a poesia na lida
e derramando na gente.
E vai pôr do sol dourado
vem o tom do sol nascente.
Arregaça as mangas pro fardo
com a garrafa térmica ao lado
cheia do café mais quente.

André Anlub®
(5/6/13)


#VemPraRima