Sigam-me os bons

26/07/2014

Vendo o mar calmo num mar em fúria


Vendo o mar calmo num mar em fúria

E vejo que veio o inverno
E trouxe o sono e deixou o sonho;
A mão cheia que vejo cheia
De dedos na cuia que bebe
Para ir depois ao assanho.

Vejo vindo a música
E afastando o medo
Que não mais o vejo (foi-se, bem feito)...

De repente um velho que vemos
É um avô que vem e que vai
Com o cabelo voando ao vento do ventilador.

Tal velho vestido com o seu terno e calça
De sedas puras ou puros pensamentos;
O que causa em real ou em sonho
A vil inveja
Avessa e à beça
Nunca interessou!

Agora finda o inverno,
Advém primavera na vida e alusão;
É fenda aberta para o inferno,
Pois se automutila - pois se “automergulha”. 
(em comum a comunhão)

Em mão achou-se a chave
E também de sol a clave 
(com o sol de bordão)...

Pois é inspiração em redes, em flores, em cores,
Em muitos sintomas compostos
Postos em mar e em fúria
Em (mar em fúria)
Em milhões de amores.

André Anlub®
(26/7/14)

25/07/2014

Mar de Doutrina sem Fim



Dia do Escritor (parte II)




Dia Nacional do Escritor


Vivemos imersos em ironias, e a mais evidente diz respeito a nossa adolescência, época que nos cobramos e preocupamos demais com nossa imagem, mesmo desfrutando de plena saúde e jovialidade; com a idade passando, o amadurecimento faz com que esse medo se perca no tempo ou fique mais ameno; mas existe aquele que se torna novamente adolescente e mais uma vez principal algoz de si mesmo.

André Anlub® 


Homenagem da amiga Gisele Nap